O Campus I sem vidros.

A poucos minutos atrás lembrei que uma amiga querida me contou certa vez que trabalhava num lugar do qual ela não gostava muito. Mas, que em compensação, sua sala tinha uma linda vista para a natureza. Sempre que podia ela fitava pela janela as imagens, por trás das molduras de vidro, num ato de reflexão. Tal lembrança me chegou. Ao olhar pro lado, de onde sento no meu trabalho onde teclo neste momento, vi uma pequena fresta da veneziana que deixava escapar um céu límpido e azul. Então levantei, peguei a câmera fotográfica e fui refletir sem o vidro. Saí para fora do prédio da Faculdades de Artes e Comunicação, e dei uma pequena volta.

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