Um passo-fundense na Rio+20

A Conferência no Rio de Janeiro, também traz atividades durante a noite (Foto Fabiana Beltrami)

Um diário sobre a sustentabilidade – saiba o que está acontecendo na Rio+20.

Entre os pontos discutidos com os painelistas a fim de passar uma linha de recomendações aos governos, o ambientalista Carlos Eduardo Sander, aponta as prioridades para com a água e para com a energia sustentável.

As recomendações prioritárias para a água:

  1. Colocar a água no coração das metas de desenvolvimento futuro.
  2. Afirmar a importância do planejamento energético, água e uso da terra e gestão integrada em todas as escalas.
  3. Melhorar as facilidades de água e saneamento para garantir a educação dos filhos.
  4. Reforçar os mecanismos de financiamento solidárias.
  5. Adotar  políticas globais mais ambiciosas para atender às necessidades de água e saneamento.
  6. Construir uma visão comum e um plano de ação, a nível mundial, sobre gestão de águas residuais.
  7. Promover o uso sustentável da água e saúde: as pessoas precisam de acesso à água sustentável e higiene para garantir o crescimento sustentável de uma nação.
  8. Expandir e fortalecer os mecanismos globais para o monitoramento de água, saneamento e higiene.
  9. Abastecimento de água seguro, protegendo a biodiversidade, ecossistemas e fontes de água.

Confira também, as recomendações para garantir uma energia sustentável para todos:

  1. Tomar medidas concretas para eliminar os subsídios aos combustíveis fósseis.
  2. Promover o uso do acesso à energia e energia sustentável como política de saúde pública.
  3. Incentivar a construção de edifícios energeticamente eficientes e reformular as já existentes.
  4.  Estabelecer metas ambiciosas para a mudança: energia renovável.
  5. Incentivar o uso de bicicletas.
  6. Exigir dos rótulos ecológicos,  em produtos, informações claras sobre a eficiência de energia do mesmo.
  7. Aplicar normas que exigem economia de energia em todos os automóveis novos.
  8. Educar as pessoas sobre eficiência energética.
  9. Dar incentivos fiscais ambiciosos para a aquisição de produtos energeticamente eficientes.
  10. Criar incentivos para encorajar o trabalho de casa.

Veja também:

1 – http://www.upf.br/nexjor/?p=13875

2 – http://www.upf.br/nexjor/?p=13901

3 – http://www.upf.br/nexjor/?p=13954

4 – http://www.upf.br/nexjor/?p=13972

5 – http://www.upf.br/nexjor/?p=14085