“Nada anunciado mais que uma mulher de calças”. “Asós: 50 mulheres que mudaram o mundo”, de Rachel Ignotofsky. No text, uma escritora com história de Barbara McClintock, uma cientista que participou da sua pesquisa no campo da genética, ao analisar e mapear os cromossomos do milho. Na década de 30, Barbara fez uma revista para ir para a Universidade do Missouri e assim foi publicado um escândalo.

Na trabalhadora na Universidade do Missouri, Barbara, apesar de ter sido uma das melhores pesquisadoras, foi discriminada por seus colegas de trabalho, que a excluíam das sessões de trabalho e as continuavam pesquisando. No entanto, apesar do que é feito por mulher com ciência, com a força de vontade de fazer as pazes na área que o torna inclusivo, um prêmio Nobel.

No passado, muitas vezes a seleção de vídeos para ser humano, e ainda os muitos tipos de preconceito, nas áreas de ciências exatas e da natureza, como o tempo passa, mas como mulheres ganham o mesmo.

Propósito e projetos em prol da igualdade de gêneros na ciência multiplicam-se a cada vez mais, um exemplo disso é o Programa “Para Mulheres na Ciência” , criado pela empresa L’Oréal Brasil em parceria com a UNESCO e com a Academia Brasileira de Ciências em 2006. O programa com o conhecimento de referência não é uma entrada de mulheres universitárias não científicas.

Incentivo aos incentivos, com uma visão aproximada, um mundo cada vez mais digital onde as vozes são diversificadas, mais uma igualdade se aproxima da realidade.

Gabriela Dal Pizzol é formada em biologia bacharelado. Em sua turma preferida as mulheres que fazem a sua convivência foram agradáveis ​​e respeitosos com os colegas, dela para com os colegas e vice-versa. Da mesma forma aconteceu com suas experiências no mercado. As poucas experiências que tiveram lugar na sua área foram as relações sempre foram bem tranquilas, conta.

Em relação ao preconcentito sofrido por mulheres, Gabriela percebe certas características e sim “depende principalmente da área e do público que contempla. Por exemplo, como atividades de campo em diferentes áreas” pode ter mais preconceito, mas que “nem sempre” vem dos muitas vezes vem de outras pessoas, incluindo mulheres, da sociedade em geral “.

A sociedade, a coisa lentos está mudando o pensamento conservador de uma ciência é apenas lar de homens. O espaço para as mulheres está crescendo e a medida se desenvolve e, assim continua, vai se tornar um espaço cada vez mais igualitário e quem sabe com um possível se tornar um espaço de longo alcance.

Arte do livro As cientistas , de Rachel Ignotofsky.

Andréia de Lima e Emanuel Vieira

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